A Lojas Rede é uma das maiores redes varejistas de cosméticos e perfumaria de Minas Gerais, com forte atuação em Belo Horizonte e na região metropolitana.
Com um modelo de negócio baseado em alto fluxo de clientes, agilidade no atendimento e expansão contínua de lojas, a infraestrutura de conectividade passou a ter impacto direto na operação diária.
Nesse contexto, temas como rede Wi-Fi para visitantes, hotspot social bem estruturado e gestão centralizada de conectividade deixaram de ser apenas conceitos técnicos e passaram a ter impacto direto na rotina das unidades, influenciando pagamentos, sistemas internos e a experiência do cliente no ponto de venda.
Veja a seguir o conteúdo completo sobre o Case de sucesso da Lojas Rede e aplique a estratégia de Wi-Fi com gestão na sua empresa.
O desafio de escalar conectividade no varejo físico
Durante muito tempo, o Wi-Fi no varejo foi tratado apenas como conveniência. No entanto, em ambientes com grande circulação de pessoas, múltiplas unidades e dependência de sistemas digitais, essa visão se torna insuficiente.
Antes da adoção do WiFeed, poucas lojas possuíam uma rede Wi-Fi para visitantes estruturada e, quando existia, não havia controle adequado nem separação clara da rede operacional.
Antes da adoção do WiFeed, a realidade da Lojas Rede refletia um cenário comum no varejo:
- Poucas lojas possuíam Wi-Fi estruturado;
- Quando existia, o acesso não era liberado aos clientes;
- Não havia um padrão técnico entre as unidades;
- A TI tinha baixa visibilidade e pouco controle sobre o tráfego de rede.
Com a popularização do Pix, a necessidade de uma WLAN corporativa, estável e gerenciável, se tornou ainda mais evidente. Falhas de conectividade passaram a impactar diretamente pagamentos, sistemas internos e a experiência em loja.
O case Lojas Rede
Assim como outras redes varejistas em expansão, a Lojas Rede precisou acelerar a profissionalização da conectividade. O Wi-Fi deixou de ser uma simples comodidade e passou a ser tratado como Wi-Fi corporativo, com foco em desempenho, controle e escalabilidade.
A partir desse movimento, as novas lojas já passaram a nascer com um padrão definido de conectividade, sustentado por uma estrutura de Wi-Fi corporativo de alta performance, capaz de suportar a operação diária sem comprometer a experiência do cliente.
Como o WiFeed apoiou a Lojas Rede
Com o WiFeed, a equipe de TI conquistou um nível de controle que não existia anteriormente. A plataforma permitiu:
- Gestão centralizada do Wi-Fi, garantindo padronização entre lojas;
- Controle e priorização de tráfego, assegurando que sistemas críticos da operação funcionem sem interferência;
- Separação clara entre uso operacional e acesso do cliente, preservando a experiência sem comprometer a loja;
- Mais governança e previsibilidade, facilitando a expansão e a abertura de novas unidades.
“O WiFeed trouxe o nível de controle e gestão de tráfego necessário para que a TI priorizasse o que é essencial para a loja sem comprometer a experiência do cliente. Esse nível de gestão não existia antes.”
Afirmou Leandro Gomes de Souza, Analista de Segurança da Informação — Lojas Rede
O case da Lojas Rede mostra como esse novo modelo permite que a TI deixe de atuar de forma reativa e passe a operar de maneira estratégica, alinhada às necessidades reais do negócio.
Operação, segurança e LGPD
Quando o Wi-Fi passa a ser parte da infraestrutura da loja, questões de conformidade ganham ainda mais relevância. Entender o que é LGPD e o que muda para as empresas se torna essencial para garantir segurança jurídica e controle adequado dos acessos.
Com o WiFeed, a Lojas Rede amadureceu a conectividade, transformando o Wi-Fi em infraestrutura operacional, com ganhos para a TI, estabilidade sistemas e experiência cliente.
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A Lojas Rede deu um salto de maturidade na forma como a conectividade é tratada dentro das unidades. O Wi-Fi deixou de ser um recurso isolado e passou a fazer parte da infraestrutura da própria operação.
Modelos como o Hotspot Social, quando bem estruturados, permitem equilibrar experiência do cliente, controle de acessos, sem comprometer a operação da loja.
Com a padronização da infraestrutura e a gestão centralizada, a equipe de TI passou a atuar de forma mais estratégica, reduzindo intervenções manuais e ganhando previsibilidade na operação.
Na prática, isso trouxe maior controle de tráfego, garantindo prioridade para sistemas críticos — como meios de pagamento e aplicações operacionais — mesmo em ambientes de alto fluxo e uso intensivo de Pix, sem comprometer o acesso do cliente.
Em cenários como o da Lojas Rede, o WiFeed costuma gerar ganhos operacionais claros para o varejo físico, incluindo a redução de até 80% no tempo de gerenciamento do Wi-Fi, resultado da automação de políticas, da padronização entre unidades e do controle centralizado. Isso permite escalar novas lojas com muito menos complexidade operacional.
Perguntas e Respostas
1- Por que a Lojas Rede decidiu profissionalizar o Wi-Fi das lojas? Com o alto fluxo de clientes, uso intensivo de Pix e expansão contínua de unidades, o Wi-Fi passou a impactar diretamente a operação, os pagamentos e a experiência do cliente.
2- Qual foi o principal papel do WiFeed na operação da Lojas Rede? O WiFeed permitiu centralizar a gestão do Wi-Fi, padronizar a infraestrutura entre lojas e aplicar políticas de controle de tráfego, garantindo mais eficiência e previsibilidade para a TI.
3- Como o WiFeed ajudou a reduzir o esforço da equipe de TI?
Com automação e gestão centralizada, a Lojas Rede conseguiu reduzir em até 80% o tempo de gerenciamento do Wi-Fi, diminuindo retrabalho e intervenções manuais.
4- O Wi-Fi para clientes compromete a operação da loja? Não. Com separação de redes, controle de acessos e priorização de tráfego, o WiFeed garante a experiência do cliente sem impactar sistemas críticos da operação.
5- Esse modelo funciona apenas para grandes redes varejistas? Não. O mesmo modelo pode ser aplicado em redes de diferentes tamanhos, especialmente em negócios que precisam escalar lojas mantendo controle, segurança e padronização do Wi-Fi.
Como resultado, a Lojas Rede passou a contar com:
- Wi-Fi elevado ao status de ferramenta operacional crítica;
- Conectividade padronizada nas lojas novas e existentes;
- Menos retrabalho e mais eficiência para a TI;
- Governança e visibilidade da rede;
- Experiência do cliente preservada mesmo em cenários de alto fluxo.
O case reforça um padrão observado em redes varejistas que adotam o WiFeed: quando o Wi-Fi é tratado como ativo estratégico, a operação ganha estabilidade, a TI assume um papel mais relevante e o crescimento acontece de forma mais controlada e segura.
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